Protegido: Encomendas de delícias para o Natal/Ano Novo

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Straight a pose

Muita gente acha difícil fotografar comida. Eu não sou daquelas que registra absolutamente tudo o que come (até deveria, para evitar comer tanto!), mas confesso que não acho a tarefa muito árdua. É claro que eu não estou falando de fotos profissionais, que precisam de um equipamento que eu não tenho. Mas tendo uma câmera razoável e achando o local da sua casa em que a luz incide de um jeito bacana, dá pra brincar um pouquinho (para ver minhas fotos de cupcakes, é só checar o nosso flickr).

Tudo isso é pra falar que o Cake Sky fez uma entrevista com a fotógrafa Angela Boykins, especialista em comida. Ela dá a dica para fotografar bolos e brownies: “Adicione um pouco de açúcar de confeiteiro ou um pó além do que já está incluído na receita. Além disso, um cupcake stand é genial”.

No final da entrevista, ela dá uma receita de um cupcake vegetariano que diz ser incrível. Vou testar um dia!


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Yummy!

Por Nádia Lapa

No “Quem somos” eu coloquei que gostaria de ser rica que nem a Nigella. Se você não a conhece, está na hora de eu apresentá-la a você:

Nigella Lawson fala de um jeito peculiar sobre comida.  Durante a preparação das receitas, ela usa adjetivos não normalmente utilizados quando se fala sobre alimentos.

Esta capricorniana “não é fraca, não”. Linda aos 49 anos (!!!!!!!!), ela formou-se nada mais nada menos que na Oxford University. A jornalista começou sua carreira sendo crítica gastronômica *inveja*, até que em 1998 lançou seu primeiro livro de receitas, How to eat, que vendeu mais de 300 mil exemplares. Em 2000, ganhou o prêmio de “Melhor Autor Britânico” por seu How to be a Domestic Goddess.

No mesmo ano, ela começou a apresentar Nigella Bites no Channel 4 (emissora de TV inglesa). De lá pra cá, lançou outros livros – que venderam milhões de cópias -, teve outros programas de TV de sucesso, e se tornou conhecida internacionalmente. Aqui no Brasil, seus programas são transmitidos pelo GNT. Quase todo dia passa alguma coisa: às vezes é o Nigella Comida Acolhedora, hoje é o Fast Food. Escolha seu favorito.

“Eu não acredito em cozinhar com pouca gordura”, disse Nigella. D-E-U-S-A. Eu cozinho, e até acho que dá pra comer no dia-a-dia sem utilizar ingredientes “gordos”. Mas pra ficar gostoso, mesmo, só com muito azeite, manteiga, bacon. Comfort food, sabe? Pra ficar com vontade de se reunir em volta de uma mesa com amigos e família é necessário pão, queijos, carne quentinha, uma massa com molho de gorgonzola… Nham!

Nigella não tem curso de chef e é considerada a rainha do “food porn”, expressão utilizada para designar um certo jeito… voluptuoso de apresentar comida. A apresentadora lambe os dedos, saliva enquanto cozinha… Enfim, dá vontade de correr pra cozinha e preparar o que ela está fazendo. Um espetáculo.

Videozinho pequeno mostrando Nigella comendo:

Como todo grande sucesso que se preze, Nigella também é bastante parodiada na TV britânica:

Aqui, um vídeo que sempre me deixa salivando (preciso fazer essa receita ONTEM!):

Nigella é casada com Charles Saatchi, um milionário publicitário de origem iraquiana. Ele fundou a Saatchi Gallery e é o segundo marido da jornalista (o primeiro morreu de câncer).

Rica e comendo bem? Assim é fácil ter essa pele, né?

A-M-O.

No site de Nigella tem um monte de receitas. Clique aqui. A jornalista também participa ativamente do forum que há no site. Além disso, indica vários produtos que ela gosta. Não são só de comida. Relógios, cosméticos, bebidas e filmes também aparecem ali.

Pra comprar o Nigella Express, livro com 130 receitas (em português), clique aqui (aproveitem que está em promoção!!!).

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O abandono do blog

Por Nádia Lapa

Esse blog começou como trabalho obrigatório da faculdade. Não que eu não goste de falar sobre comida. Longe disso: é um dos meus assuntos favoritos. Mas eu já tinha dois mal atualizados blogs (um sobre coisas idiotas, o Midcult; e outro sobre minha vidinha ordinária) e nenhum tempo sobrando. Se não fosse a obrigação acadêmica, o Bites of Heaven jamais teria surgido.

E, do ponto de vista de número de leitores, ele é um fracasso. Só não é pior que o meu pessoal, que tem a média máxima de 1 visitante/dia. Mas, de qualquer outro ponto de vista, ele é um sucesso absoluto, um recorde de vendas, o melhor-blog-da-face-da-terra (pelo menos pra mim).

Isso porque após a criação dele eu voltei a ter prazer em cozinhar. Daí resolver agradecer uns amigos que me ajudaram com alguns cupcakes. Distribuí alguns. As pessoas gostaram. Comecei a fazer mais e mais. E mais. Chegou o momento em que eu não tinha mais condições ($) de atender à demanda. Afinal, a gente se empolga: compra bicos de confeitar diferentes, quer experimentar novas essências, deseja ter corantes de absolutamente todas as cores. Comecei, então, a aceitar encomendas.

Tudo aconteceu muito rápido. De repente, estava fazendo (pequenas) entregas 2, 3 vezes por semana. Nada que dê pra ganhar dinheiro, mas pelo menos o hobby estava se pagando. Me dei um deadline: dia 11 de agosto eu colocaria no ar um site mais arrumadinho, com minha logomarca e informações para encomendas.

Percebi, então, que este era mais um deadline que jamais seria cumprido. A logomarca não ficou pronta, eu não consegui fazer todos os cupcakes pra tirar fotos, tive preguiça de mexer no Dreamweaver. Ficou tudo em stand by (pelo visto eternamente). Eu estudo pela manhã e trabalho à tarde/noite. Em dias normais, chego em casa depois das nove. É impossível fazer grandes quantidades de cupcakes e decorá-los com o esmero que tenho vontade. Em época de fechamento, então… Eu simplesmente não tenho hora pra sair da redação.

Assim, aqui e acolá recebo encomendas dos amigos – e só dos amigos. Não divulguei isso pra ninguém, pois tenho essa mania de querer fazer tudo perfeito. Logo, como fonte de renda isso também não me ajuda muito.

No que ele é um sucesso, afinal? Em fazer as pessoas felizes. É por isso que o nome desse blog é “Bites of Heaven”. Acho, mesmo, que comida é um pedacinho do paraíso. Amo estar junto aos meus amigos num bom restaurante. Adoro como o rosto das pessoas se ilumina na primeira mordida do buttercream. No meu celular, no meio de alguns “estou com saudade” e “parabéns pelo emprego novo”, guardo mensagens de amigos após comerem o que faço. Hoje recebi essa:

“Eu JURO que, sensorialmente falando, esse cupcake foi uma das experiências mais boas de um bom tempo. Tava perfeito.”

Minha melhor cliente e mais bela amiga é a rainha dos SMS cheios de açúcar:

“Comi o de nutella agora msm… oh god, fantastic. O ceu deve ter esse gosto, Nadica. Vc tem um talento que vo tchi conta… Amo!”

Se você não me conhece, talvez pense que estou me exibindo com esses elogios. Mas não é isso: eu guardo essas mensagens com carinho porque me satisfaço em fazer as pessoas felizes.

Então, perdoem a falta de atualização. Perdoem o fato de eu nunca ter colocado a receita de buttercream por aqui como prometi. Perdoem a lista de links que nem de longe traz os endereços dos blogs bacanas que existem por aí. Perdoem. Não vou nem prometer que vou atualizar mais, porque eu sei que não terei tempo pra isso. Recentemente comprei um livrinho que traz 500 receitas de cupcakes. Outro com 500 receitas de cookies. São mil oportunidades de fazer as pessoas felizes. E é isso que me move.

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A moda do iogurte

Por Juliana Faddul

O iogurte frozen, muito comum nas ruas cariocas, subiu a serra e recentemente caiu no gosto dos paulistas. Segundo nutricionistas, o alimento é uma ótima alternativa para o verão, visto que não tem gordura ou açúcar.

Confira a receita:

Frozen yogurt de limão:

- 3/4 xícara (chá) de água
- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor
- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de açúcar)
- 2 claras
- 2 copos de iogurte (400 g)
- 1 colher (sopa) de suco de limão

Frozen yogurt de chocolate:

- 3/4 xícara (chá) de água
- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor
- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de açúcar)
- 2 claras
- 2 copos de iogurte (400 g)
- 12 colheres (sopa) de chocolate meio amargo derretido

Frozen iogurte de maracujá e hortelã:

- 3/4 xícara (chá) de suco concentrado de maracujá
- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor
- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de açúcar)
- 2 claras
- 2 copos de iogurte (400 g)
- 1 colher (sopa) de suco de hortelã

Para a calda de maracujá:

- 1 xícara (chá) de açúcar
- 1 xícara (chá) de água
- polpa de 2 maracujás
- 1 colher (sopa) de rum

Para a calda de limão:

- 1 xícara (chá) de açúcar
- 1 xícara (chá) de água
- 1 limão cortado em rodelas
- 1 colher (sopa) de rum

Para a calda de chocolate:

- 250 ml de leite
- 1 xícara de chá de açúcar refinado
- 2 colheres (sopa) de glucose de milho
- 50 g de margarina
- 100 g de chocolate cobertura de leite
- 50 g de chocolate em pó

Para a calda de chocolate hidrogenado:
- 250 g de chocolate hidrogenado picado

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Extrato de baunilha

Por Nádia Lapa

E aí você vê as receitas de doces e lê “extrato de baunilha”. Fica meio sem entender o que é e coloca é essência mesmo. Pois bem, extrato e essência são duas coisas beeeeeem diferentes. A essência tem o sabor menos acentuado – você acaba tendo que usar muito mais do que a receita indica.

Só que achar extrato de baunilha não é fácil. Outro dia, na Chocolândia, perguntei pelo extrato e a atendente (que fica no balcão que só vende coisas de confeitagem) fez uma cara de “?????”.  Acredito que não existam fabricantes nacionais, e é preciso apelar para os importados. E, como sempre, são caríssimos.

O extrato de baunilha da Wilton sai por R$ 11,90 na Barra Doce. E isso tudo por apenas 60 ml deste aparentemente preciosíssimo líquido.

Pois bem: você pode fazer o seu próprio extrato de baunilha. Na internet há duzentas e cinquenta milhões de receitas. Todas unem três coisas: favas de baunilha, vodka e um vidro bem limpinho.

Eu não sou pinguça, J-U-R-O.

As favas de baunilha (é a baunilha in natura, como favas de feijão) podem ser encontradas aqui em São Paulo no Mercado Municipal. É caro, bem caro: no mínimo 10 reais cada uma. No Mercado Livre há vendedores cobrando 5 reais, mas não sei qual a procedência da fava.

Dá pra pensar que 10 reais por cada fava é caríssimo, mas vocês não têm ideia do cheiro que fica no ar só de ter uma fava por perto. O meu carro ficou com um cheiro incrível, e olhem que eu só comprei duas.

Pois bem, você pega a fava, corta longitudinalmente com uma faquinha bem afiada e coloca no vidro.

Isso que está na pontinha da faca é o que você encontra dentro da fava. Vale um ziguilhão de dólares. E vale mesmo. Delícia!

Não há medida certa de vodka pra colocar no vidro junto com as favas. A maioria dos lugares que vi dizem para colocar 250 ml para 2 favas. Só que há favas de vários tamanhos, então isso pode variar. Você vai perceber se ficou bom porque o líquido começa a escurecer poucos dias depois. E, quando você abre a tampa do recipiente, o aroma é delicioso.

É preciso esperar algumas semanas para começar a usar o extrato (mais ou menos 2 meses). Mexa de vez em quando. E, ao ir usando o extrato, pode complementar o vidro com mais vodka. Mesmo caro, um vidro de 300 ml de extrato caseiro acaba saindo pela metade do preço que o industrializado. E é natural. 🙂

A espera é dura, mas vale!

Ah, uma super opção é comprar as favas fora do Brasil. Se você está indo aos Estados Unidos, encomende as suas favas em várias lojas online, como a Amazon. Lá, você compra 27 favas por 20 dólares (mas eles não entregam no Brasil). Sai bem mais barato que por aqui.

Outros lugares pra comprar baunilha fora daqui (não entregam no Brasil):

Beanilla

The Organic Vanilla Bean

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A história de uma grande amiga

Por Juliana Faddul

Melhor amiga da TPM e companheira inseparável de qualquer gordinha que se preze, a Nutella há alguns anos atrás ao Brasil e já conquistou milhares de fãs. Muito popular na Itália, o creme de avelão chegou ao País como recheio do bombom Ferrero Roche.

Por isso, vamos conhecer um pouco de sua história.

O cozinheiro italiano Pietro Ferrera em 1951, que viveu durante muito tempo em Piemonte, um dia resolveu mesclar dois produtos muito comum encontrados naquela parte do vilarejo da Itália, o chocolate e a avelã. Log na primeira tentativa o resultado agradou a todos e o produto ficou conhecido como ‘Supercrema’ .

Então, em 1963, o filho de Pietro, Michele Ferrero, decidiu aumentar as vendas da pasta, com a intenção de entrar no mercado europeu. Por isso, modificou algumas composições da receita -aumentou o chocolate e diminuiu a avelã-, mudou a embalagem -ganhou um design mais moderno- e o nome trocou o nome para ‘Nutella’ (tendo como base a palavra Nut, que significa avelã em inglês).

Com a alta demanda de pedidos, o produto começou a ser produzido em uma fábrica, localizada em Alba, no dia 20 de abril de 1964. Segundo relatórios da empresa, estima-se que a produção de Nutella chegue a 179.000 toneladas por ano.

A fórmula do sucesso é: açúcar, óleo vegetal, 13% de avelã, 7,5% de cacau parcialmente desengordurado, 5% de leite desnatado, lactose, soro de leite, emulsificante e aromatizante.

E o resultado de uma colher do maravilhoso creme de avelã é 160 kcal.

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